Voltar ao Observatório
Ouvir artigo
Compartilhar artigo
Abrir preferências de leitura
Tema
Claro
Sépia
Escuro
Tamanho da Fonte
A-
A+
Estilo da Fonte
Inter (Moderno)
Roboto (Clean)
Merriweather (Serifada)
Lora (Elegante)
Courier (Máquina)
R$ 28,7 bilhões reservados para calotes: bancos privados freiam empréstimos em 2026
Publicado em: 07/08/2026 07:34
Os bancos privados Itaú Unibanco, Bradesco e Santander reservaram R$ 28,7 bilhões no segundo trimestre de 2026 para possíveis perdas com calotes, alta de 12,4% sobre o mesmo período de 2025. A inadimplência geral do sistema financeiro atingiu 4,74% em maio, o maior nível da série do Banco Central iniciada em 2011, e recuou para 4,68% em junho após o lançamento do Desenrola 2.0. Em teleconferência, o presidente do Itaú, Milton Maluhy, disse que o ciclo do crédito será desafiador e que há excesso de crédito no mercado. O Bradesco, com Marcelo Noronha, afirmou que reduz o crédito pessoal e prioriza operações com garantia. A carteira garantida do Bradesco subiu de 58,5% para 61% do total, e o custo do crédito aos clientes avançou de 5,5% para 5,9%, conforme análise do Citi. O comprometimento de renda das famílias com bancos chegou a 49,93% em janeiro, o maior nível da série do Banco Central desde 2005. A Selic está em 14%, com expectativa de redução de 0,25 ponto percentual. Para Flávio Ataliba, da FGV IBRE, a inflação corrói a renda e o juro alto reduz a capacidade de financiamento; a inflação de alimentos compromete mais de 23% do orçamento de famílias com até um salário mínimo. Yihao Lin, da Genial Investimentos, afirma que o risco bancário aumenta com juros altos, inadimplência elevada e renda comprometida, e que a melhora depende das contas públicas. Apesar do aperto, a carteira de crédito dos três bancos cresceu 9,4% no segundo trimestre, para R$ 3,37 trilhões. O Bradesco projeta expansão de 8,5% a 10,5% no ano, e o Itaú reduziu a projeção de receita com serviços e seguros de 5%-9% para 2%-5%. O Santander mantém a carteira praticamente estagnada. O BTG avalia que as provisões do Itaú são conservadoras, e a XP indica que a normalização do custo do crédito ainda deve levar trimestres. A tendência, segundo Ataliba, é de inadimplência estável ou piora no segundo semestre.
FONTE ORIGINAL:
https://tmc.com.br/economia/bancos-veem-piora-do-credito-diante-da-alta-nos-calotes
⚠️
Aviso Importante
Este conteúdo foi coletado e processado com o auxílio de inteligência artificial.
Podem ocorrer imprecisões na extração. Recomendamos consultar a fonte original, especialmente para informações sensíveis.
Todos os direitos e créditos pertencem à fonte original, disponível no link acima.
0%
0.5x
0.75x
1.0x
1.25x
1.5x
2.0x