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Pagamentos agênticos com IA: Brasil avança com Mastercard, Visa e fintechs
Publicado em: 17/08/2026 12:19
Os pagamentos agênticos, transações iniciadas e executadas por agentes de inteligência artificial (IA) dentro de regras definidas por usuários ou empresas, começam a sair da fase de testes no Brasil. Grandes bandeiras como Mastercard e Visa já lançaram iniciativas no país, enquanto fintechs locais desenvolvem infraestrutura para atender à nova demanda. Especialistas avaliam que o Brasil está bem-posicionado para essa nova etapa, mas a adoção em massa depende de comunicação, segurança e confiança do consumidor. A Mastercard desenvolve o Agent Pay, que permite que agentes digitais autorizados realizem pagamentos com credenciais tokenizadas, e o Mastercard Agent Pay for Machines, infraestrutura para transações automatizadas em alta velocidade. A Visa realizou a primeira transação agêntica do país em março de 2026 e lançou o programa Visa Agentic Ready, com parceiros como Banco do Brasil, Bradesco, Dock, Santander e XP. No mercado local, o Iniciador lançou o Agente de Pagamentos e um servidor MCP para iniciar pagamentos Pix via Open Finance, enquanto a Pomelo participa de pilotos da Mastercard e a Payzu oferece componentes de segurança e antifraude. A infraestrutura brasileira é apontada como vantagem competitiva, especialmente no e-commerce, que é mais fragmentado que o dos Estados Unidos. O Pix é citado como um diferencial, enquanto mercados externos ainda tentam adaptar trilhos de cartão ou criar economias baseadas em stablecoins. O desafio local está na disponibilização de informações sobre produtos, preços e estoques em formatos decodificáveis por IAs, além da curva de aprendizado dos usuários. Setores como viagens, varejo, compras recorrentes e o mercado corporativo (B2B) são vistos como candidatos naturais à adoção rápida. A Visa aponta que brasileiros demonstram alta disposição para usar IA em recompra de itens domésticos, assinaturas e compra de ingressos. No B2B, a automação de processos de aquisição e contas a pagar é o principal foco de transformação. A segurança é o ponto central para a evolução do segmento. Mecanismos para comprovar identidade dos agentes, registrar autorizações, proteger credenciais e autenticar usuários serão fundamentais. A Payzu já utiliza um agente de IA antifraude que analisa padrões de comportamento para evitar bloqueios indevidos. Especialistas avaliam que 2026 é um ano de transição, com a velocidade da expansão dependendo da confiança dos consumidores e do amadurecimento das soluções.
FONTE ORIGINAL:
https://finsidersbrasil.com.br/tendencias-de-pagamento/pagamentos-agenticos-avancam-no-brasil-e-atraem-bancos-bandeiras-e-fintechs
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Este conteúdo foi coletado e processado com o auxílio de inteligência artificial.
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