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Ata do Copom: crédito sente os juros altos e alívio deve vir aos poucos
Publicado em: 22/09/2026 14:45
A ata do Copom divulgada destaca a desaceleração do crédito livre, com instituições financeiras reduzindo empréstimos, especialmente em modalidades de prazo mais longo, em resposta à política monetária restritiva e incertezas locais e internacionais. Bancos estão adotando uma postura mais cautelosa, focando em linhas de menor risco, o que afeta a oferta de financiamento para famílias e empresas. Esse cenário impacta setores dependentes de vendas parceladas e de investimentos em máquinas ou expansão. A taxa Selic permanece em 13,75% ao ano, e o crédito emergencial continua crescendo, embora em ritmo menor, sendo menos sensível a variações de juros. O crédito direcionado, apoiado por programas governamentais, também se expande, mas pode limitar a transmissão da política monetária. Para que o crédito livre se torne mais acessível, além da redução da taxa básica, é necessário diminuição das incertezas e queda da inadimplência, ainda elevada, permitindo que bancos retomem a concessão de empréstimos com maior confiança.
FONTE ORIGINAL:
https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/debora-oliveira/economia/money/macroeconomia/ata-do-copom-credito-sente-os-juros-altos-e-alivio-deve-vir-aos-poucos
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