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Inadimplência no crediário cai há quatro meses no Brasil | SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info,...

Publicado em: 21/10/2026 12:35
Inadimplência no crediário cai há quatro meses no Brasil | SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info,...
A inadimplência no crediário varejista recuou para 8,36% em setembro de 2026, após quatro meses consecutivos de queda, segundo o Índice de Inadimplência Meu Crediário. Ainda assim, o patamar supera os 8,16% de setembro de 2025 e permanece 1,50 ponto percentual acima dos 6,86% registrados em setembro de 2024. A trajetória mensal mostra redução contínua desde maio, quando o índice estava em 9,18%. Os meses seguintes registraram 9,01% em junho, 8,94% em julho, 8,81% em agosto e 8,36% em setembro, com queda acumulada de 0,82 ponto percentual no período. No terceiro trimestre, porém, a média ficou em 8,70%, praticamente estável frente aos 8,69% do mesmo trimestre de 2025 e 1,21 ponto percentual acima dos 7,49% do 3T de 2024. O recorte regional evidencia diferenças relevantes entre as praças. O Norte liderou a inadimplência em setembro, com 10,91%, seguido pelo Sudeste, com 9,81%. O Nordeste apresentou 8,28%, enquanto Centro-Oeste e Sul ficaram com 7,65% e 7,03%, respectivamente, gerando uma diferença de 3,88 pontos percentuais entre Norte e Sul. Entre os setores comerciais analisados, roupas e calçados lideraram os atrasos, com 9,11%, seguidos por óticas, com 8,13%, e móveis e eletrodomésticos, com 7,45%. Os recortes demográficos mostram maior concentração de atrasos entre consumidores mais jovens: 15,31% na faixa de 18 a 25 anos e 12,12% entre 26 e 35 anos, contra 8,17% de 36 a 50 anos, 5,59% de 51 a 65 anos e 4,91% acima de 66 anos. Por gênero, a taxa foi de 10,62% entre homens e 7,60% entre mulheres. O levantamento ressalta que esses percentuais descrevem a base analisada, sem que idade ou gênero sejam, isoladamente, responsáveis pelas diferenças. Para a gestão de crédito no varejo, os dados sinalizam melhora mensal acompanhada de estabilidade na média trimestral, o que ainda não representa mudança expressiva na comparação anual. A leitura dos números depende da combinação com informações das carteiras de cada empresa, incluindo perfil das operações, prazos concedidos, comportamento de pagamento e condições de cobrança, além de aspectos como volume de operações e características dos contratos. As diferenças regionais, setoriais e demográficas funcionam como referência para monitoramento de carteiras e avaliação do risco de crédito, mas precisam ser interpretadas dentro dos limites da base analisada.
FONTE ORIGINAL:
https://www.segs.com.br/mais/economia/457738-inadimplencia-no-crediario-cai-ha-quatro-meses-no-brasil
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