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Fim da corrida pelo banco próprio? Regulação muda estratégia das empresas
Publicado em: 29/07/2026 18:37
O modelo de Banking as a Service (BaaS) permitiu que empresas oferecessem serviços financeiros sem licença própria. No entanto, novas regras do Banco Central alteraram essa lógica. Em painel promovido por Silva Lopes Advogados e ABBaaS, executivos apontaram que ter uma licença bancária deixou de ser prioridade. A Resolução Conjunta nº 16, publicada em novembro de 2025, elevou as exigências de capital e compliance. O capital mínimo para Instituição de Pagamento passou a ser de R$ 6 milhões, e os custos regulatórios aumentaram. Com isso, muitas empresas passaram a reavaliar a viabilidade de obter autorização própria. Os especialistas destacaram que a decisão deve considerar se os serviços financeiros são centrais ao negócio ou apenas um complemento. Empresas maduras podem optar por ser tomadoras de BaaS, contratando provedores regulados, em vez de arcar com os custos de uma licença própria. Fernanda Rêgo, da Aarin, afirmou que o modelo de “banco próprio” por marketing mostrou-se fracassado. Rogério Melfi, da ABBaaS, projetou redução no número de prestadores e aumento de tomadores. A ferramenta Chat BCB, de consulta regulatória, foi apresentada e será lançada na Febraban Tech 2026.
FONTE ORIGINAL:
https://finsidersbrasil.com.br/noticias-sobre-fintechs/fim-da-corrida-pelo-banco-proprio-nova-regra-muda-estrategia-das-empresas/
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