Voltar ao Observatório
Ouvir artigo
Compartilhar artigo
Abrir preferências de leitura
Tema
Claro
Sépia
Escuro
Tamanho da Fonte
A-
A+
Estilo da Fonte
Inter (Moderno)
Roboto (Clean)
Merriweather (Serifada)
Lora (Elegante)
Courier (Máquina)
IA: Fraudes cognitivas e colapso de confiança no ecossistema de pagamentos
Publicado em: 08/08/2026 11:30
O artigo analisa o colapso da autenticação baseada em `algo que você é` -- rosto e voz -- diante da popularização da IA generativa. Casos citados incluem a investigação da Polícia Civil do Amazonas, em 2025, sobre quadrilha que usava deepfakes de voz e imagem para golpes financeiros, e a Operação Face Off da Polícia Federal, que revelou esquema de fraude em massa contra o portal Gov.br com simulação de rostos, inclusive de pessoas falecidas, vencendo sistemas de prova de vida. Segundo testes da ENISA citados pela BIBlue, a taxa de falsa aceitação de sistemas de biometria facial, normalmente de 0,1% em condições regulares, pode saltar para até 18% diante de deepfakes de quinta geração. O texto também menciona que a clonagem de voz exige apenas alguns segundos de áudio público e pode enganar até atendentes experientes. O artigo destaca o papel do Pix no cenário brasileiro. Dados do Banco Central indicam mais de 62 bilhões de transações em 2024, crescimento de quase 48% sobre o ano anterior, movimentando mais de R$ 26 trilhões. A Febraban aponta prejuízo de R$ 10,1 bilhões com golpes bancários em 2024, alta de 17%, sendo R$ 2,7 bilhões apenas em fraudes com Pix. Outro levantamento da entidade, entre julho de 2024 e junho de 2025, estima que mais de 24 milhões de brasileiros foram vítimas de golpes envolvendo Pix ou boletos, com prejuízo de R$ 29 bilhões. A reportagem da Times Brasil com a CNBC registra que fraudes com deepfake já respondem por 23,3% dos casos que tentam burlar biometria facial de aplicativos financeiros, com crescimento de 800% ao mês em determinados períodos. Levantamento do advogado João Coelho aponta alta de 148% nos golpes de Pix por deepfake em 2025, incluindo o formato de falso sequestro. No campo das respostas, a Febraban informa que as instituições financeiras investiram R$ 47 bilhões em tecnologia em 2025, dos quais R$ 4,7 bilhões em prevenção de fraude e segurança cibernética. O Banco Central implementou limites de valor para transações em dispositivos não cadastrados e exige monitoramento de padrões atípicos de comportamento. A conclusão do artigo é que a autenticação estática baseada em biometria deixou de ser suficiente, forçando a migração para segurança contextual e comportamental.
FONTE ORIGINAL:
https://jundiagora.com.br/ia-35
⚠️
Aviso Importante
Este conteúdo foi coletado e processado com o auxílio de inteligência artificial.
Podem ocorrer imprecisões na extração. Recomendamos consultar a fonte original, especialmente para informações sensíveis.
Todos os direitos e créditos pertencem à fonte original, disponível no link acima.
0%
0.5x
0.75x
1.0x
1.25x
1.5x
2.0x