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Pix pago? Entenda as regras do Banco Central para cobrança de juros e tarifas
Publicado em: 13/08/2026 16:15
O Banco Central esclarece que o Pix tradicional, feito com saldo em conta entre pessoas físicas, permanece gratuito por lei. Eventuais cobranças de juros e IOF ocorrem apenas quando o cliente contrata crédito, como no Pix Parcelado ou no envio financiado pelo cartão; nesses casos, a operação caracteriza empréstimo, não tarifa pelo serviço de transferência. Para pessoas jurídicas, instituições financeiras têm autorização regulatória para cobrar tarifas no envio e recebimento de chaves Pix, conforme a Resolução BCB nº 19/2020 e atualizações consolidadas. As taxas podem ser fixas ou percentuais, de acordo com o contrato firmado. Também há risco de reclassificação para pessoa física que utiliza conta pessoal para atividade comercial, podendo haver notificação, limitação ou tarifação corporativa. Em relação ao cheque especial, o BCB estabelece limite de juros de 8% ao mês para pessoa física em caso de Pix com saldo zerado. O material orienta consumidores a verificar se a opção no aplicativo é Saldo em Conta, comparar o Custo Efetivo Total do Pix Parcelado com o de empréstimos tradicionais e separar contas pessoais de empresariais. A reportagem também menciona a Selic em 14% ao ano, indicando contexto de cautela para o custo do crédito.
FONTE ORIGINAL:
https://istoedinheiro.com.br/pix-pago-entenda-as-regras-do-banco-central
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