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De Casas Bahia a Braskem, grandes empresas brasileiras recorrem a mecanismos de recuperação para reorganizar bilhões em dívidas, com R$ 17 bilhões no varejo e R$ 56 bilhões na petroquímica, enquanto juros altos, crédito mais caro e mudança no co
Publicado em: 25/08/2026 21:52
Grandes empresas brasileiras dos setores de varejo e petroquímica recorrem a mecanismos de recuperação judicial e extrajudicial para reorganizar passivos de grande vulto. A Casas Bahia busca reestruturar R$ 17 bilhões em dívidas, enquanto a Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial para cerca de R$ 56 bilhões. A Marabraz também entrou em recuperação judicial com passivo de R$ 140 milhões. O movimento ocorre em um cenário econômico marcado por juros altos, crédito mais restrito e mudanças no comportamento do consumidor. Esses fatores são apontados como elementos de pressão para empresas endividadas em diferentes segmentos. Além dos casos mais recentes, outras grandes redes varejistas, como Tok&Stok, Pão de Açúcar e Dia, já buscaram mecanismos de recuperação judicial ou extrajudicial nos últimos anos. O ambiente de dificuldades financeiras parece abranger players de diversos portes. O crescimento dos pedidos de recuperação judicial também é observado em termos agregados. No segundo trimestre de 2026, o número de empresas que solicitaram recuperação judicial aumentou 20% em relação ao mesmo período de 2025. A pressão financeira não está limitada a um único setor. Enquanto varejistas como Casas Bahia e Marabraz enfrentam desafios ligados ao consumo e ao crédito, a Braskem lid com um contexto específico considerado crítico para a petroquímica. Os mecanismos de recuperação são utilizados como ferramentas para a reorganização de dívidas e a preservação das operações.
FONTE ORIGINAL:
https://clickpetroleoegas.com.br/de-casas-bahia-a-braskem-grandes-empresas-brasileiras-recorrem-a-mecanismos-de-recuperacao-para-reorganizar-bilhoes-em-dividas-com-r-17-bilhoes-no-varejo-e-r-56-bilhoes-na-petroquimic-mhbb01
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