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Fracasso nos programas de renegociação de dívidas mostram que famílias não conseguem separar parcela e voltam às listas negras

Publicado em: 11/09/2026 00:05
Fracasso nos programas de renegociação de dívidas mostram que famílias não conseguem separar parcela e voltam às listas negras
Pesquisas recentes indicam que o número de brasileiros inadimplentes cresceu significativamente entre 2022 e 2024. Dados do Serasa e da CNC apontam para um cenário onde dezenas de milhões de pessoas devem bilhões, com alta reincidência de negativações. A superoferta de crédito pré-aprovado, impulsionada pela entrada de fintechs, é apontada como um fator que agrava o endividamento e a inadimplência, mesmo com a existência de programas de renegociação. A oferta de crédito a consumidores já negativados é destacada como um problema. A pesquisa revela que a maioria dos ofertados para negociação são dívidas de valores baixos, entre R$100 e R$1.000, o que gera perplexidade sobre a não quitação. O perfil de reincidentes mostra que pessoas compendem novas dívidas pouco tempo após serem negativadas. O mercado de NPLs (empréstimos em atraso) também cresce, movimentando bilhões ao comprar e renegociar créditos podres com descontos expressivos. Esse ciclo é visto como uma parte do ecossistema que mantém nomes nos cadastros de proteção ao crédito. O impacto psicológico da crise financeira também é analisado, com pesquisas mostrando a ligação entre dívidas e problemas de saúde mental, como ansiedade e estresse crônico, afetando o sono e a qualidade de vida.
FONTE ORIGINAL:
https://jc.uol.com.br/colunas/jc-negocios/2026/09/11/fracasso-nos-programas-de-renegociacao-de-dividas-mostram-que-familias-nao-conseguem-separar-parcela-e-voltam-as-listas-negras.html
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