Voltar ao Observatório
Ouvir artigo
Compartilhar artigo
Abrir preferências de leitura
Tema
Claro
Sépia
Escuro
Tamanho da Fonte
A-
A+
Estilo da Fonte
Inter (Moderno)
Roboto (Clean)
Merriweather (Serifada)
Lora (Elegante)
Courier (Máquina)
Midas aposta no FIDC e quer originar R$ 650 milhões no crédito empresarial em 2027
Publicado em: 04/10/2026 20:36
A Midas, consultoria de serviços financeiros fundada em São Paulo em 2002, prepara uma nova etapa de atuação concentrada em crédito para pessoa jurídica. A empresa, que iniciou sua trajetória com antecipação de recebíveis, amplia sua participação em operações estruturadas e espera que o grupo como um todo se aproxime de R$ 100 milhões até o fim do primeiro semestre de 2027, além de ter como média a originação de R$ 650 milhões no próximo ano. A empresa estrutura seu próprio Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), nasce com R$ 10 milhões e se complementa ao patrimônio de R$ 55 milhões já existente. O fundo atende empresas com faturamento entre R$ 3 milhões e R$ 300 milhões por ano que necessitam de capital de giro e apresentam pouco acesso ao crédito bancário tradicional ou recebem condições piores que aquelas justificadas por seu risco. O modelo de atuação adota a originação: em vez de manter o risco do crédito até o vencimento, a instituição origina o contrato e o revende rapidamente para fundos ou outros investidores. A prática libera capital para novas operações e gera ganhos de taxas de serviço em escala. No FIDC, a antecipação de recebíveis considera tanto a companhia que possui o valor a receber quanto a empresa responsável pelo pagamento. A movimentação acompanha mudanças no mercado de crédito empresarial brasileiro nas últimas duas décadas, segundo a empresa: ampliação do número de agentes, avanço das plataformas digitais e desenvolvimento de estruturas como securitizadoras e FIDCs aumentaram as alternativas de financiamento para empresas que antes dependiam dos bancos tradicionais. Na visão da Midas, a expansão do FIDC não significa apenas novos players, mas também novos parceiros e possibilidades de atuação. Para o diretor comercial da empresa, nem toda necessidade de crédito cabe em um produto pronto: há operações que exigem entender o fluxo da empresa e construir uma estrutura adequada àquela realidade. A cofundadora da Midas observa que, desde o início, o crédito esteve no centro da atuação, mas o mercado mudou muito, com novas estruturas, governança evoluída e tecnologia ampliando as possibilidades de atendimento às empresas.
FONTE ORIGINAL:
https://brazileconomy.com.br/financas/2026/10/midas-aposta-no-fidc-e-quer-originar-r-650-milhoes-no-credito-empresarial-em-2027
⚠️
Aviso Importante
Este conteúdo foi coletado e processado com o auxílio de inteligência artificial.
Podem ocorrer imprecisões na extração. Recomendamos consultar a fonte original, especialmente para informações sensíveis.
Todos os direitos e créditos pertencem à fonte original, disponível no link acima.
0%
0.5x
0.75x
1.0x
1.25x
1.5x
2.0x