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Instituições financeiras são convocadas para participar do Desenrola 3.0

Publicado em: 23/10/2026 08:36
Instituições financeiras são convocadas para participar do Desenrola 3.0
O edital de chamamento para a primeira etapa do Desenrola 3.0 foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, abrindo o processo de habilitação de bancos e fundos interessados em vender carteiras de crédito à União. Instituições financeiras interessadas têm cinco dias úteis para informar ao Governo as dívidas que pretendem oferecer para renegociação no programa. O Governo prevê a compra de dívidas antigas, com volume estimado em R$ 90 bilhões, e custo máximo estimado de R$ 9 bilhões para todo o montante, considerando o desconto mínimo de 90% exigido pelo programa. O chamamento é destinado a bancos, instituições financeiras e fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs). Para avançar à etapa seguinte, os credores deverão apresentar carteiras elegíveis e aceitar as condições mínimas de desconto. O procedimento será dividido em etapas: chamamento, apresentação das carteiras, definição do leilão — com separação por faixas de renda — e compra das dívidas, com leilão previsto para novembro e possibilidade de adiamento para o início de dezembro. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas: a intenção é estabelecer orçamento para o leilão e estimular concorrência entre credores, o que pode resultar em descontos superiores ao mínimo exigido, incluindo a possibilidade de pedir descontos de 93% a 95% no leilão. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil no valor original, atrasos entre 720 e 1.645 dias, débitos de cartão de crédito (rotativo e parcelado) e de crédito pessoal sem consignação em folha, além da possibilidade de inclusão de débitos de pessoas físicas e MEIs. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs, mas, caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, poderá comprar mais dívidas de alta renda. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras; o consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. A etapa de chamamento não é convocação para que consumidores renegociem dívidas — trata-se de procedimento para medir o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias, débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha, além da possibilidade de inclusão de dívidas de pessoas físicas e MEIs, conforme as regras do programa. Após o leilão, as dívidas adquiridas pelo Governo poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O consumidor poderá quitar o débito à vista ou parcelar o pagamento, com juros no caso de parcelamento. Os prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar da etapa de chamamento, e o Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Prazos, taxas e demais condições operacionais ainda dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. As instituições terão cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e microempreendedores individuais (MEIs); caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, poderá comprar mais dívidas de alta renda. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos. Prazos e condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. As instituições terão cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos, e o Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. A etapa de chamamento não é convocação para que consumidores renegociem dívidas, mas procedimento para medir o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Os prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas: a intenção é estabelecer orçamento para o leilão e estimular concorrência entre credores, o que pode resultar em descontos superiores ao mínimo exigido. A depender do recebimento, o Governo pode pedir desconto de 93% a 95% no leilão. O edital de chamamento foi publicado no Diário Oficial da União. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O chamamento é destinado a bancos, instituições financeiras e FIDCs, que deverão apresentar carteiras elegíveis e aceitar as condições mínimas de desconto para participar da etapa seguinte. Entre as condições estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos e condições operacionais dependem de definições do CMN e da regulamentação aplicável. A etapa atual não é convocação para consumidores renegociarem dívidas. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro, e o Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, buscando estimular concorrência entre credores para obter descontos superiores ao mínimo de 90%. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha, com possibilidade de inclusão de pessoas físicas e MEIs. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos, e os consumidores não precisam procurar os bancos nesta etapa. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O edital dá início ao processo de habilitação de bancos e fundos interessados em vender carteiras de crédito à União. As condições do programa incluem dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos e possibilidade de quitação à vista ou parcelada com juros. Prazos, taxas e demais condições dependem de definições do CMN e da regulamentação aplicável. As instituições terão cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O chamamento é destinado a bancos, instituições financeiras e FIDCs, e a etapa atual mede o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda, sem ser convocação para renegociação por consumidores. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs, mas poderá comprar mais dívidas de alta renda caso o volume de baixa renda seja menor que o previsto. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar do chamamento. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. A edição do programa prevê a compra de dívidas pelo Governo, com desconto mínimo de 90% e possibilidade de descontos de 93% a 95% no leilão. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa do leilão. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, buscando estimular concorrência entre credores e obter descontos superiores ao mínimo exigido. Prazos e condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O edital de chamamento foi publicado no Diário Oficial da União, e as instituições financeiras interessadas têm cinco dias úteis para informar as dívidas que pretendem oferecer. O chamamento é destinado a bancos, instituições financeiras e FIDCs, e a etapa atual não constitui convocação para que consumidores renegociem dívidas. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras e possibilidade de quitação à vista ou parcelamento com juros. O Governo ainda deverá divulgar regras e procedimentos para o acesso às renegociações, e os consumidores não precisam procurar os bancos nesta etapa. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha, além de pessoas físicas e MEIs. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs, mas poderá comprar mais dívidas de alta renda caso o volume de baixa renda seja menor que o previsto. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, e a depender do recebimento pode pedir desconto de 93% a 95% no leilão, com custo máximo estimado de R$ 9 bilhões considerando desconto mínimo de 90%. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos, e o Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. A etapa de chamamento é procedimento para medir o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias, débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha, e possibilidade de inclusão de pessoas físicas e MEIs. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar do chamamento. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, buscando estimular concorrência entre credores e obter descontos superiores ao mínimo de 90% exigido pelo programa. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos, com quitação à vista ou parcelamento com juros. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. A etapa de chamamento é destinada a bancos, instituições financeiras e FIDCs, e não constitui convocação para que consumidores renegociem dívidas. O Governo ainda deverá divulgar regras e procedimentos para o acesso às renegociações. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, e a depender do recebimento pode pedir desconto de 93% a 95% no leilão. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa. Caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, o Governo poderá comprar mais dívidas de alta renda. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar do chamamento. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs, e não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. A etapa de chamamento não é convocação para que consumidores renegociem dívidas, mas procedimento para medir o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, buscando estimular concorrência entre credores. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. A etapa de chamamento é destinada a bancos, instituições financeiras e FIDCs, e os consumidores não precisam procurar os bancos. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs. Caso o volume de dívidas de baixa renda seja menor que o previsto, poderá comprar mais dívidas de alta renda. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs na estruturação da disputa. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar do chamamento. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com os devedores, com repasse dos descontos obtidos. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. A etapa de chamamento mede o interesse dos credores e o volume de dívidas por faixas de renda, sem ser convocação para que consumidores renegociem dívidas. As instituições têm cinco dias úteis para informar o volume de débitos que pretendem oferecer. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos. O Governo pretende favorecer devedores de menor renda e MEIs. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos. O leilão está previsto para novembro, com possibilidade de adiamento para o início de dezembro. O consumidor poderá quitar à vista ou parcelar, com juros no parcelamento. O Governo pretende estruturar a disputa para favorecer devedores de menor renda e MEIs. O Governo não necessariamente comprará todas as carteiras apresentadas, buscando estimular concorrência entre credores. A etapa de chamamento é destinada a bancos, instituições financeiras e FIDCs. Prazos, taxas e demais condições operacionais dependem de definições do Conselho Monetário Nacional (CMN) e da regulamentação aplicável. Entre as condições previstas estão dívidas de até R$ 10 mil, atrasos entre 720 e 1.645 dias e débitos de cartão de crédito e de crédito pessoal sem consignação em folha. Após o leilão, as dívidas adquiridas poderão ser renegociadas com repasse dos descontos obtidos na compra das carteiras. No momento, os consumidores não precisam procurar os bancos para participar do chamamento. O Governo ainda deverá divulgar as regras e procedimentos para o acesso às renegociações.
FONTE ORIGINAL:
https://www.atribunarj.com.br/materia/instituicoes-financeiras-sao-convocadas-para-participar-do-desenrola-30
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