Voltar ao Observatório
Ouvir artigo
Compartilhar artigo
Abrir preferências de leitura
Tema
Claro
Sépia
Escuro
Tamanho da Fonte
A-
A+
Estilo da Fonte
Inter (Moderno)
Roboto (Clean)
Merriweather (Serifada)
Lora (Elegante)
Courier (Máquina)
Bradesco (BBDC4) lucra R$ 7,1 bi, mas outra conta preocupa os bancos - Suno - Investimentos Inteligentes
Publicado em: 28/10/2026 17:13
A temporada de balanços do terceiro trimestre de 2026 se abriu com uma tensão recorrente nos resultados dos grandes bancos brasileiros: lucros em crescimento convivem com alertas sobre a qualidade da carteira de crédito. A atenção de analistas estaria deslocada do tamanho dos resultados para o custo de gerá-los, em especial provisões para perdas e inadimplência. O Bradesco (BBDC4) registrou lucro recorrente de R$ 7,1 bilhões, alta de 14,6% em doze meses. No mesmo período, a inadimplência acima de 90 dias subiu para 4,6% e as despesas com provisões para perdas atingiram R$ 10,6 bilhões. Segundo o texto, o banco amplia seus negócios, mas precisa elevar o desembolso para se proteger de possíveis calotes. O Safra destacou a disciplina de despesas na sustentação do resultado, ao mesmo tempo em que apontou deterioração da carteira e elevação do custo do risco. O Santander (SANB11) relatou lucro recorrente de R$ 2,9 bilhões, queda de 28% na comparação anual, com rentabilidade recuando para 11,9%. A instituição reduziu despesas e adotou critérios mais seletivos na concessão de crédito, estratégia que, segundo o texto, busca melhorar a qualidade da carteira, mas abre mão de operações de margens mais elevadas. A margem financeira caiu 2,5% frente ao trimestre anterior, e a inadimplência acima de 90 dias chegou a 3,4%. A XP avaliou o balanço como levemente acima de suas expectativas, sem sinais de recuperação consistente; o BB Investimentos classificou o resultado como misto e pouco inspirador, reduzindo o preço-alvo do papel. Para os próximos resultados, o texto aponta o Itaú (ITUB4) como o mais resiliente entre os grandes bancos nas avaliações de XP, BTG e Safra, com expectativa de rentabilidade preservada por carteira de crédito mais equilibrada, eficiência e controle de custos; o Safra projeta lucro recorrente próximo de R$ 12,5 bilhões no trimestre. O Banco do Brasil (BBAS3) aparece em cenário menos favorável, com exposição ao agronegócio — sobretudo pagamentos em atraso — identificada como principal risco, e alertas do BTG para possíveis novas provisões elevadas. No agregado, o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central foi interpretado pela XP como indicativo de níveis confortáveis de capital e liquidez no sistema, mas com deterioração da qualidade do crédito. O endividamento das famílias, a pressão sobre pequenas e médias empresas e a necessidade de provisões adicionais devem seguir influenciando os balanços dos próximos trimestres — fatores que ajudam a explicar avaliações cautelosas diante de resultados aparentemente positivos.
FONTE ORIGINAL:
https://www.suno.com.br/noticias/bancos-balancos-bradesco
⚠️
Aviso Importante
Este conteúdo foi coletado e processado com o auxílio de inteligência artificial.
Podem ocorrer imprecisões na extração. Recomendamos consultar a fonte original, especialmente para informações sensíveis.
Todos os direitos e créditos pertencem à fonte original, disponível no link acima.
0%
0.5x
0.75x
1.0x
1.25x
1.5x
2.0x