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Banco Central reduz Selic para 14,25% ao ano em terceira queda seguida dos juros

Publicado em: 01/11/2026 12:20
Banco Central reduz Selic para 14,25% ao ano em terceira queda seguida dos juros
O Banco Central reduziu a taxa básica de juros da economia brasileira de 14,50% para 14,25% ao ano. A decisão foi tomada pelo Comitê de Política Monetária (Copom) e representa a terceira queda consecutiva da Selic, com redução de 0,25 ponto percentual. Na leitura do texto, a medida pode abrir caminho para uma diminuição gradual do custo do crédito, com efeitos sobre empréstimos, financiamentos, renegociação de dívidas, consumo das famílias e investimentos das empresas. A Selic é apresentada como o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação: com juros mais altos, o crédito tende a ficar mais caro e o consumo desacelera; quando a taxa começa a cair, o dinheiro tende a ficar menos caro ao longo do tempo, embora esse efeito nem sempre chegue de imediato ao consumidor. A decisão ocorre em um cenário descrito como de cautela. No exterior, as tensões no Oriente Médio seguem no radar dos mercados, principalmente pelos possíveis impactos sobre o preço do petróleo e de outras commodities, com reflexos potenciais em combustíveis, transporte e custos de produção. No Brasil, a economia mostrou sinais de força no início do ano, com atividade aquecida e mercado de trabalho resistente, enquanto a inflação continua acima da meta definida pelo Banco Central. Segundo a avaliação do Copom, persistem riscos que podem manter os preços pressionados — alta dos combustíveis, eventos climáticos com impacto sobre a produção agrícola e eventual desvalorização do real —, enquanto uma desaceleração mais forte da economia ou a queda nos preços internacionais de commodities pode ajudar a conter a inflação. Com o corte, a autoridade monetária busca equilibrar manter a inflação sob controle e evitar uma desaceleração mais intensa da atividade econômica e do emprego, sinalizando que seguirá acompanhando indicadores econômicos, cenário internacional e comportamento dos preços antes de definir os próximos passos. O texto aponta impacto direto no dia a dia, influenciando desde o rendimento de aplicações financeiras até o custo do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal, financiamento imobiliário, compra de veículos e parcelamentos. Apesar da redução, especialistas citados avaliam que os juros seguem em patamar elevado, o que leva consumidores endividados a cautela na contratação de novos empréstimos e à busca por alternativas de renegociação com taxas menores sempre que possível.
FONTE ORIGINAL:
https://dgrj.com.br/tviu/banco-central-reduz-selic-para-1425-ao-ano-em-terceira-queda-seguida-dos-juros
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